Quando tu vens assim, qual escultura
engalanada de ouro e de marfim,
fico a pensar se tanta formosura,
não é obra da mente ou coisa assim...
Não sei bem, diáfana criatura,
se és um sonho que temo chegue ao fim,
ou se tu és uma cândida loucura
dest!alma poeta que vive em mim!
Se és fantasia ou sandice eu não sei...
Sei apenas que és a Musa que cantei
por toda a vida em doce idolatria!
Que me importa se vens da minha mente,
se és quimera ou delírio que ela sente,
se quando vens tu me enches de magia!
Crie um banner deste artigo em outros sites
Para criar um banner deste artigo em outro site,
copie e cole o texto abaixo em sua página.
Visualizar :






